Prints e Gravações

Grupo que atuava na mesma sala possuía conflitos contra equipe a qual a vítima pertencia. Supervisão era ciente da indisposição. (inclusive uma mudança de sala estava em andamento devido a isto). 


Comunicados estavam sendo feitos pela vítima sobre o que vinha ocorrendo.

 

  


 



Na inoperância da supervisão, colega da equipe pede ao recém-chegado que respeite o treinamento:









Não há sentido discutir com o ingressante por ele não aceitar instruções que a empresa me ordenou passar-lhe. Pois para mim seria indiferente, não tenho ganho ou perda com isto. Devendo somente comunicar à supervisão, para que não fosse cobrada por informações não passadas.


Momento do ataque reportado em tempo real:







Imediatamente após o ataque, vítima comunica à empresa o ocorrido, e o modo como ela própria estava agindo. Empresa posteriormente consideraria estas afirmações mentirosas.








Solicita também imagens da câmera.





Outros estranharam o comportamento dos presentes durante o ocorrido:








Superior direto deu apoio à vítima assustada, porém não tinha total autonomia e a empresa (setores mais elevados) desfez o afastamento do agressor.


Vítima não foi ouvida na agressão que sofreu, agressor não foi punido, vítima pediu demissão devido à humilhação. Empresa colocou o agressor no lugar da vítima que o mesmo prometeu expulsar.









Empresa voltou-se contra a vítima da violência com acusações.


A SEGUIR AUDIOS DE CONVERSA TELEFÔNICA COM A EMPRESA.


Empresa diz que o correto seria punir a vítima da violência


Empresa acusa a vítima de ter provocado a violência

Que comentário foi este? A empresa é quem ordenou fazer o comentário, pois me atribuiu de passar os procedimentos do trabalho ao novo funcionário. 
Que a empresa então informe qual foi o comentário fora das funções do qual me acusa de provocar a agressão.

Após dizer que vítima esteve em discussão reciproca "no mesmo tom", empresa nega o que disse afirmando que vitima não estava "de igual para igual" com agressor. Isto após eu dizer que nem teria como revidar pois sua voz era mais potente. Posteriormente, empresa volta a afirmar que houve uma discussão de igual para igual, apresentando contradições.


Imagens solicitadas



Agressão Posterior


Finais


Como não checou o conteúdo das palavras atribuídas pelos presentes, a empresa transformou de vítima a co-participante da agressão.

Como dirão posteriormente que puniram sim na medida o agressor? pois a adoção desta tese muda o sentido da ocorrência encarada e tomado no momento da decisão.

Como adotaram a tese de confronto mútuo, no momento após a ocorrência, a indiferença e brandura com algo violento, não passou a mim a não admissibilidade ao ato que sofrí, e sim como se nada tivesse acontecido. 
Isto acarretou o pedido de demissão, permitida por ela a intimidação degradante por um homem estranho, tratado como banalidade. Pois como vítima (assim entendo), que reportava os acontecimentos em curso, fez a queixa do ato, e pediu as imagens, sofri acusações da empresa.

O ataque se deu por cumprir ordens da empresa.
Porém para justificar sua inoperância, empresa cria uma conduta fictícia de que vitima estava em "discussão acalorada" com o homem agressivo.
 
 
Adicional: